APRESENTAÇÃO
A TV interativa começa a mostrar sua cara no mercado norte-americano,
onde os testes já mostram resultados positivos. No Brasil, os passos
estão mais lentos, mas os dois principais DTHs dão início aos seus
serviços interativos em breve. As operadoras de cabo e MMDS ainda
vão demorar um pouco mais, provavelmente à espera da digitalização
de suas redes.
Há algumas tecnologias disponíveis, mas de onde virá o conteúdo?
Estúdios, programadoras, portais, agências de propaganda, empresas
de entretenimento e de comunicação de um modo geral poderão estar
aptas a prover esse conteúdo. Mas elas vão investir em produção se
houver mercado, assim como os fornecedores de set-tops, softwares,
plataformas venderão apenas se surgirem consumidores, que, por sua
vez, só comprarão se existir conteúdo para atraí-los. Alguém terá que
se arriscar e sair na frente. É bom lembrar que a TV interativa pode
ser inimiga ou aliada, dependendo de como os setores envolvidos irão
se posicionar diante desse novo negócio que, de um jeito ou de outro,
vai surgir.
Sandra Regina
da Silva
Editora
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